Almeida Paes

Almeida Paes

ALMEIDA PAES   TRONCO I   I –  Tudo indica que tanto João como Antônio de Almeida Paes sejam os mencionados por Silva Leme, 4:482, filhos de João de Almeida Paes e de Maria Francisca de Toledo, mas é possível também que sejam seus netos (especialmente João) Assim, Antônio de Almeida Paes, casado com Ana Maria de Jesus (ou Ana Ferreira), oriundo de Bragança é provavelmente o mencionado por Silva Leme, 4:482. Ele e sua mulher tiveram pelo menos : 1 – Graciano de Almeida Paes, natural de Bragança, casou no Amparo em 1847 com Inocência Maria de Jesus, viúva de Joaquim Pires de Oliveira, sepultado no Amparo.   TRONCO II   II- João de Almeida Paes, casado com Gertrudes de Godoy, foi pai de : 1 – Alexandre, batizado no Amparo em 1829.
Alves Domingues

Alves Domingues

ALVES DOMINGUES   TRONCO   I –       Antônio Alves Domingues, viúvo de Esméria Maria de Jesus, casou em Mogi Mirim em 1824 com  Gertrudes Barbosa, viúva de Salvador Ribeiro Cardoso, sendo testemunhas desse enlace o Alferes Joaquim José Pires e Sargento Inácio Antônio de Sousa. (CM-1:57)Antônio Alves Domingues, vendeu por volta de 1818  terras no bairro Camanducaia a Domingos Alves Barroso   (AAC/Rol-1818)
Antunes

Antunes

ANTUNES   TRONCO   I – Joaquim Antunes vendeu a João Bueno da Cunha antes de 1818 um terreno com 750 braças de frente por 1125 de fundo no “bairro Camanducaia”. É certo que dessa gleba foi desmembrada a área onde está edificada a Catedral de Nossa Senhora do Amparo (AAC/Rol-1818 e Romagem pelo Pátio) Esse primitivo proprietário da gleba, só pode ser o Joaquim Antunes casado com Ana Maria Barbosa, os quais foram pais de Ricarda Maria, natural de Bragança, que casou  em Mogi-Mirim em 1822 com Caetano Barbosa, natural de Atibaia, filho de Bento Barbosa e Joana Batista. (CM-1:25) Dificilmente poderia ser, com muito menor possibilidade por causa da idade, o Joaquim Antunes de Campos, filho de Salvador Antunes de Campos, que casou em 1828 com Ana Maria de Sousa.
Altman

Altman

ALTMAN   TRONCO I   I – João Altman, natural da Suissa, filho de João Altman e de Angélica Altman, todos protestantes, casou no Amparo em 1869 com Maria Francisca do Espírito Santo, natural do Amparo, católica, filha de Joaquim Rodrigues Bueno e de Gertrudes Maria de Jesus. Este foi um dos primeiros casamentos mixtos celebrados no Amparo (CA-5:150/151).  Em 1/2/1890 Maria Bueno Altman vendeu terras no sítio que foi do finado Joaquim Rodrigues Bueno, na Moenda, que a outorgante houve por falecimento deste. Assinou como Maria Harteman Bueno…(1ºof. 92:26v).
Alves Ferreira

Alves Ferreira

ALVES FERREIRA   TRONCO   1 – Antônio José Alves Ferreira, escrivão de notas em 1853 no Amparo (RPT,49), casado com Maria Alves de Afonseca, casal que residiu em Jundiaí e Campinas, antes de se fixar em Amparo, pais de: 1.1 – Ana Cilindra da Conceição, natural de Jundiaí, casada no Amparo com Antônio Dias de Toledo, de Mogi Mirim, filho de José Dias de Freitas e Maria Bueno de Toledo; pais de: 1.1.1 – José, batizado em 1835 (BA-2:51v) 1.1.2 – Maria, batizada em 1837 (BA-3:11) 1.2 – Dionísia Maria do Coração de Jesus, casada em 1832 no Amparo com José Dias de Freitas, filho de José Dias de Freitas e Maria Bueno de Toledo 1.3 –  Berberina Perpétua de Loreto, casada em 1836 com João de Oliveira Dorta, filho de Antônio Muniz Tavares e Ana de Oliveira Dorta; … Continue...
Antunes de Sousa

Antunes de Sousa

ANTUNES DE SOUSA   TRONCO I   I-   Domingos Antunes de Sousa, alferes, morador no Bairro do Rio Acima, em Mogi-Guaçu, casado com Catarina Maria Pedrosa, era proprietário em 1806 de terras confinantes com um sítio de Francisco Bueno de Godoy, no Bairro do Camanducaia.
Alves

Alves

ALVES   TRONCO I   I –       Ana Alves (também Ana Maria Alves), casada com José Joaquim Cordeiro (este natural de Atibaia, falecido “de estupor” no Amparo em 1843, aos 60 anos), provavelmente oriundos de Campinas, foram pais de: 1 – Maria Madalena, natural de Campinas, casada em 1841 no Amparo com José Luís de Camargo, também campineiro, filho de José do Prado de Camargo e de Isabel Maria de Camargo; 2 – Feliciano, batizado no Amparo em 1830. 3 – José, batizado em 1835; 4 – Antônio, batizado em 1840. 5 – Helena, batizada no Amparo em 1842, sendo padrinhos José Gonçalves da Rocha e sua mulher Liberata Cardoso (BA-4:19)   TRONCO II   II –      Felicidade Alves (também chamada de Felicidade Abreu), filha de José Alves do Amaral e de Francisca Gonçalves dos Santos, neta paterna de … Continue...
Alves de Godoy

Alves de Godoy

ALVES DE GODOY   TRONCO I   Uma das tarefas mais difíceis em Genealogia é distinguir homônimos em determinadas circunstâncias. Anastácio Alves de Godoy, o primeiro desse sobrenome duplo a surgir na documentação amparense, tem que ser cuidadosamente pinçado nos textos, pois existem pelo menos mais dois ou três Anastácios parecidos. Um deles é Anastácio Alves Barbosa, filho de José Rodrigues Garcia e de Maria Bueno de Moraes, casado em 1832 com Gertrudes Leite da Silva, filha de Cipriano da Silva e de Isabel da Silva. O outro é Anastácio Alves de Siqueira, casado com Ana Maria de Lima, pais de Emídia, batizada em 1836. O legítimo Anastácio Alves de Godoy foi casado com Ana Bueno de Lima, padrinhos de um batismo em 1834, e pais de Maria de Godoy, casada no Amparo em 1835 com Teotônio Rodrigues de Ávila, … Continue...
Aquino

Aquino

AQUINO   TRONCO I   I – Tomás Vital de Aquino foi casado com Ana Maria da Luz, de quem teve pelo menos dois filhos.  Tomás Vital de Aquino, depois de viúvo de Ana Maria da Luz, casou no Amparo em 1878 com Sofia Querubina Alves, filha do finado José Custódio Alves e de Ana Bárbara Alves, sendo testemunhas do ato Antônio José Alves Cordeiro e José Novaes Portela (CA-7:58v). Esta família apresenta uma curiosa peculiaridade: tanto o pai viúvo, como dois de seus filhos, se casaram com três irmãs, filhas de José Custódio Alves e de Ana Bárbara Alves. Tomás Vital e Ana Maria haviam tido: 1 – José Bernardino da Silva, filho de Tomás Vital de Aquino e de Ana Maria da Luz, casou no Amparo em 18/12/1879 com Joana da Silveira Alves, filha de José Custódio Alves … Continue...
Alves de Afonseca

Alves de Afonseca

ALVES DE AFONSECA   TRONCO   1 –       Maria Alves de Afonseca, casada com Antônio José Alves Ferreira (deve ser erro de cópia ou de registo o “Antônio João Alves” de CA-1:3), casal que viveu pelo menos algum tempo em Jundiaí, foram pais de: 1.1 – Berberina Perpétua de Loreto, natural de Jundiaí,  casada em 1836 com João  de Oliveira Dorta, filho de Antônio Muniz Tavares e de Ana de Oliveira Dorta. Berberina já era falecida em 1850, quando João de Oliveira Dorta contraiu novo matrimônio com Leopoldina Maria, filha de Jerônimo José de Toledo e Maria de Oliveira. João de Oliveira Dorta era porteiro da Câmara Municipal em 1857. Foram pais de: 1.1.1 – João, batizado no Amparo em 1838 (BA-3:22) 1.2 – Dionísia Maria  do Coração de Jesus, natural de Jundiaí, casada em 1832 no Amparo com … Continue...