Machado de Lacerda

Machado de Lacerda

MACHADO DE LACERDA   TRONCO   I – Lucas Machado de Lacerda, viúvo de Gertrudes Maria, casou no Amparo em 1860 com Maria Antônia da Silva, filha de Manuel Ribeiro da Silva e de Maria Antônia da Silva.     (CA-5:4v). Lucas havia tido de Maria da Cunha (provavelmente a mesma Maria Antônia): 1.1 – Vicência Maria da Cunha, que casou no Amparo em 1865 com Francisco Moreira Cardoso, de Bragança, filho de Joaquina Antônia de Jesus. Lucas Machado de Lacerda e Maria da Cunha, já eram falecidos em 1865. (CA-5:82)
Marti

Marti

MARTI   TRONCO   Amparo recebeu alguns imigrantes suiços já na década de 1860. Eram protestantes calvinistas pelo que não podiam, nem queriam, se casar na Igreja Católica. O governo imperial não sabia como resolver o problema e a solução demorava; um pastor foi autorizado a realizar casamentos na cidade de São Paulo, mas era anglicano. Finalmente os suiços de Amparo cansaram de esperar e passaram a comparecer a cartório para declarar que estavam “justos se casarem segundo o costume de sua Nação” e “se dão por casados”. Entre tais casamentos encontramos três relativos à familia Marti (alguns de seus membros adotaram o nome Martins): 1 – Henrique Chrispim e Zeferina Marti, protestantes, provavelmente suiços, compareceram a cartório em 18/10/1864 para “justos se casarem segundo o costume de sua Nação” e “se dão por casados” – Manuel Cândido Quirino Chaves … Continue...
Mendes

Mendes

MENDES   TRONCO I   I – José Bernardo Mendes foi casado com Senhorinha da Silveira Franco, (tudo indica que esta era filha de Mécia da Silveira Franco e de seu primeiro marido, e que fora casada com  José Bernardo Mendes em segundas núpcias, mas ainda não foi possível obter prova definitiva disso). Há fortes indícios de que José Bernardo era parente próximo de Francisco Xavier dos Passos, mas ainda não foi possível precisar qual o grau de parentesco. José Bernardo e Senhorinha foram pais de : 1 – Ana, batizada no Amparo em 1830; 2 – Gertrudes Maria da Silveira, casada em 1842 no Amparo com Inacio de Godoy Lima, natural de Campinas, filho de Manoel Antônio de Godoy e Joaquina Maria de Siqueira; 3 – Francisca Maria da Silveira, casada com Cândido da Silveira Franco, seu parente, filho … Continue...
Moraes

Moraes

MORAES        TRONCO  I   I-   Joaquim José de Moraes e Rosa Antônia Lopes (ou de Jesus), casal que morava em Juqueri, atual cidade de Franco da Rocha, mudou-se antes de 1829 para Amparo, onde lhes nasceu uma filha. Certamente é o mesmo casal José Joaquim de Moraes e Rosa Antônia de Jesus que batizou uma filha Gertrudes na Capela do Amparo em 16 de janeiro de 1824, sendo celebrante o padre Figueira (embora conste Pe. José Figueira, não temos dúvida de que se trata do Padre Francisco Figueira de Assunção). Esse batizado, por enquanto é o mais antigo ato religioso conhecido que se celebrou na nossa capela. Descobrimos alguns outros filhos: 1 – Anastácio José de Moraes, natural de Juqueri, casado em 1830 no Amparo com Policena Maria da Cunha, natural de Atibaia, filha de João Manuel … Continue...
Muniz

Muniz

MUNIZ   TRONCO I Francisco Manuel Muniz e Fabiana Maria de Jesus, moradores de Caçapava, foram pais de: 1 – Delfina Maria da Conceição, natural de Caçapava, que casou no Amparo em 1864 com Máximo Antônio de Oliveira, filho de Pedro Antônio de Oliveira e Francisca Maria de Jesus (CA-5:54).   TRONCO II Bernardino Rebelo Muniz e Maria de Barros, portugueses, foram pais de: 1 – Antônio Rebelo Muniz Guimarães, comerciante em Amparo, e empresário dos cinemas Variedades e João Caetano por mais de 12 anos, que foi vereador à Câmara Municipal nos primeiros anos da República, em 1892. Antônio Rebelo era português, casou em 1881 com Maria Marques Guimarães, filha de Manuel Pereira Marques e de Ana Emília da Conceição (CA-8:35 – Atas, 9:1v). Faleceu o capitão Antônio Rebelo Muniz Guimarães em 1921. Pais de: 1.1 – Antônio Muniz … Continue...
Machado de Lima

Machado de Lima

MACHADO DE LIMA    TRONCO  I   I –  Brás Machado de Lima, segundo Jorge Antônio José, era um dos moradores de Amparo antes de 1829. Constava do levantamento da população de Mogi-Mirim em 1776, existente no Arquivo do Estado de São Paulo. Em 13/3/1813, Brás Machado de Lima e sua mulher Maria da Conceição (talvez a mesma seguinte, pois os nomes femininos variavam de texto para texto), “moradores do Bairro Camanducaia”, foram padrinhos de Joana, filha de pai incógnito e de Caetana Maria, agregada de Antônia Corrêa de Godoy, em Mogi-Mirim (BM-6:17). Brás Machado de Lima e sua mulher Seryna Maria de Jesus foram pais de: 1 – João, batizado em Mogi Mirim em 6/11/1796, sendo padrinhos o Capitão José dos Santos Cruz, casado, morador na cidade de São Paulo, e Ana Maria, solteira, filha de José Bicudo Vaz, … Continue...
Martins

Martins

MARTINS   TRONCO I   I –  Joaquim Martins, casado com Ana Francisca, já falecida em 1837, os quais foram moradores de Juqueri, onde nasceu sua prole, tiveram: 1 – Manoela Maria de Jesus, casada no Amparo em 1837 com Joaquim José de Oliveira, natural de Mogi Mirim, filho de Floriano José de Oliveira e de Esméria Maria de Santana; 2 – Ana Gertrudes Bueno, casada no Amparo com Manoel José de Oliveira, irmão do anterior, também filho de Floriano José de Oliveira e de Esméria Maria de Santana.   TRONCO II   II –       O único tronco indígena recente conhecido no Amparo liga-se ao sobrenome Martins; é o de João Manuel Bueno do Amaral, filho de Joana, forra, índia de São Miguel, que casou no Amparo em 1858 com Maria Francisca Martins, viúva de Benedito (CA-3:89v) João Manuel … Continue...
Mendes do Amaral

Mendes do Amaral

MENDES DO AMARAL   TRONCO I   I – O Alferes Salvador Mendes do Amaral, casado em 1788 com Maria Joaquina, filha de João de Siqueira de Alvarenga e de Maria Cardoso de Oliveira, manteve-se ao que parece em Atibaia, não acompanhando seus parentes na migração para o Amparo; Salvador Mendes do Amaral era irmão de Francisco Xavier do Passo e de Leonardo Mendes do Amaral, pioneiros do povoamento do Amparo. Só um seu neto foi registrado residindo em nossa cidade. Conforme Silva Leme, o Alferes Salvador teve: 1 – Zacarias, batizado em 1792 em Atibaia; 2 – Genoveva, batizada em 1789 em Atibaia; 3 – Silvestre, batizado em 1790 em Atibaia; 4 – Camilo, batizado em 1793 em Atibaia; 5 – Leandro Mendes do Amaral, casado em 1823 em Atibaia com Cândida Maria Leite, viuva de Inácio Luís de … Continue...
Moraes Bueno

Moraes Bueno

MORAES BUENO   TRONCO  I I –  Joaquim de Moraes Bueno, casado com Francisca Maria Bueno, pais de: 1 – Inácia, batizada em 1832.   TRONCO II Domingos Francisco de Moraes era filho de Manuel Joaquim de Moraes e de sua primeira mulher Maria Barbosa de Camargo, filha do Sargento-mor Domingos da Costa Machado e sua primeira mulher Manuela de Camargo Penteado, gente de Campinas. (S.L. 7:139/140) Domingos Francisco de Moraes era casado com Antônia Joaquina Bueno de Moraes, filha do Capitão Cândido José Leite Bueno e de sua primeira mulher Ana Esméria da Silva, gente de Rio Claro (SL, 5:165 – 1ºof., 34:82) e teriam sido, ainda segundo Silva Leme, moradores de Limeira por algum tempo. Em 15/4/1873 o Presidente Nunes Jr. convocou seis suplentes da legislatura que se findava para “fazer a apuração dos cidadãos mais votados para … Continue...
Maia

Maia

Francisco José Lopes Maia, casado com Ana Rocha Maia, foi pai de: 1 – Dircelina Maia do Amaral, esposa do advogado Agostinho Pires do Amaral, falecida em  1919  em Santo Aleixo     2 – Dr. Cícero Maia; 3 – Otacília Maia Pastana, esposa do Dr. Alberico Prado Pastana 4 – Jacira Maia; 5 – Maria Inês Maia; 6 – Ilmen Maia. Faleceu no Amparo em 1913 Domingos José Lopes Maia, 53 anos, solteiro, irmão de Francisco José Lopes e de D. Maria Teresa Maia. Era tio de Manuel de Azevedo Maia. Faleceu em S.Paulo em 1929 Manuel de Azevedo Maia, 56 anos, casado com Carolina Prestes Maia, deixando o filho Dr. Francisco Prestes Maia. Era cunhado do Dr. Rafael Galvão Prestes, casado com Constância Cordeiro Prestes, de Bernardino Galvão Prestes, casado com Idalina Ferraz Prestes e de Maria B. … Continue...