GODOY MOREIRA

 

TRONCO  I

 

1 – João Pedro de Godoy Moreira, filho de José Ortiz de Camargo e de Gertrudes Maria de Godoy, provavelmente bragantino, foi o tronco da família Godoy Moreira de nossa região (Veja também ORTIZ DE CAMARGO, Tronco IV, onde estão descritos os irmãos de João Pedro de Godoy Moreira). João Pedro já era casado e já morava no Amparo em 1829, quando foi padrinho de batismo de Brandina, filha de Modesto Antônio de Godoy (BSN-1:16). João Pedro exerceu o cargo de Juiz de Paz no Amparo em 1840/1842 (EFA, 35) e teve grande participação na vida do município, inclusive já idoso, como suplente de Subdelegado de Policia em 1852. Ele casou-se em Bragança em 1811, em primeiras núpcias, com Inácia Pires de Ávila, filha de Felipe Pires de Ávila e de Maria Pires da Rocha; na segunda vez, casou em Mogi Mirim em 1827 com Ana Franco da Cunha, natural de Atibaia, filha de Pantaleão Pedroso da Cunha e de Maria Josefa de Almeida (SL, 1:360 – CM-1:99). Da primeira mulher teve 5 filhos:-

1.1 – Antônio Pedro de Godoy Moreira (antes se chamava só Antônio de Godoy Moreira), casado com Lina Maria de Godoy. Antônio de Godoy Moreira vendeu em 1874 um imóvel rural no “lugar denominado Camanducaia”, provavelmente em Duas Pontes, confrontando com Joaquim Policarpo Aranha, Antônio Carlos de Almeida Bicudo e outros. (RIA, 4:13, 83) Era tenente da Guarda Nacional. Antônio Pedro e Lina foram pais de:

1.1.1 – Gertrudes Maria de Godoy, também chamada de Gertrudes de Godoy Fagundes,casada em 1873 com Augusto Antônio Fagundes; Augusto Antônio depois passou a se assinar apenas Augusto Fagundes (RMV, 43 – CA-6:61/61v – RIA-IP, 8:5). São os pais do Prefeito Raul de Oliveira Fagundes.

1.1.2 – Martinha Itina (sic) de Godoy, ou Martinha Elisa de Godoy Sousa, batizada em 1853, casou no Amparo em 1872 com José Augusto do Amaral Sousa, de Belém do Jundiaí, filho de Joaquim José do Amaral e de Francisca Eugênia de Barros. Em 28/11/1873 – José Augusto do Amaral Sousa e sua mulher Martinha Elisa de Godoy Sousa venderam terreno ao Dr. Mathias Lex (BA-5:116 – CA-6:42v – 1º of. 29:88v). Pais de:

1.1.2.1 – Pérsio, falecido aos 13 meses.

Na sessão ordinária de 26/4/1890, Martinha Vieira de Godoy Sousa, viúva de José Augusto do Amaral Sousa, mãe de Pérsio, falecido aos 13 meses, pediu à Câmara de Amparo remoção dos ossos desse filho (Atas, 7:66v)

1.1.3 – José Antônio de Godoy Moreira (1º of. 19:171v). Em 11/11/1892 José Antônio e sua mulher Olímpia de Campos Moreira venderam  terras em Pedreira a Etole Geremias e Catelli Giovani; Antônio Pedro de Godoy Moreira compareceu como credor anuente (1ºof. 114:16)

1.1.4 – Maria Linda de Godoy, casada em 1880 com João Leme da Rocha, filho de Modesto da Rocha Bueno e de Maria Umbelina da Silva (CA-8:22v). Em 1889 já estava viúva de João Leme da Rocha.

1.2 – Capitão José Pedro de Godoy Moreira, casado com Francisca Albertina de Almeida, filha  de Joaquim de Almeida Leme e de Antônia Maria de Quadros (SL,1:360). Em 1875 era Presidente da Câmara de Amparo e acumulava o cargo de Delegado de Polícia, tendo pedido demissão deste, sob a alegação de já ocupar o outro posto e “ser doentío”. O Presidente da Província despachou que “não pode ser atendido e antes espera de seu zelo pela causa pública que continuará a servir”. O capitão José Pedro faleceu em Pedreira em 1876; pais de (RMV, 1:18 e 21):

1.2.1 – Francisca Maria de Almeida, casada com o Tenente Joaquim Antônio de Almeida Sobrinho, filho de Antônio Joaquim de Almeida e Ana da Silveira Leite, pais de:

1.2.1.1 – Artur Moreira de Almeida, bacharel e magistrado, nascido em Amparo em 1872, casado a primeira vez com Lucila Engler, filha de Alfredo Engler e de Rita Teixeira Engler; a segunda vez com Almerinda Engler, irmã da anterior; teve da primeira mulher Lucila Engler os filhos:

1.2.1.1.1 – Artur Engler de Almeida, nascido em 1893 e falecido solteiro em 1941;

1.2.1.1.2 – Alceu Engler de Almeida, casado com Maria Honória de Ávila, sem geração                               1.2.1.1.3 – Ari, falecido na infância;

Da segunda mulher, Almerinda, teve:

1.2.1.1.4 – Maria de Lourdes, nascida em Pedreira em 1904, casada com José Pires de Camargo, de quem teve quatro filhos:

1.2.1.1.4.1 – Ariovaldo;

1.2.1.1.4.2 – Cloé, casada com Gustavo Vergueiro da Costa;

1.2.1.1.4.3 – José Carlos, casado com Ema…

1.2.1.1.4.4 – Moriza, casada com Narciso Antunes de  Aguiar, de Bauru;

1.2.1.1.5 – Edite Engler de Almeida, falecida na infância;

1.2.1.1.6 – Cloé Engler de Almeida, solteira;

1.2.1.1.7 – Carlos Engler de Almeida, casado em Bauru com Noemi de Ávila; pais de :

1.2.1.1.7.1 – Carlos de Ávila Engler, casado com Alaíde Mendes, de Marília, pais de:

1.2.1.1.7.1.1 – Virgínia;

1.2.1.1.7.1.2 – Marieta;

1.2.1.1.8 – Francisca Engler de Almeida, casada com André Joseph;

1.2.1.1.9 – Lolita Engler de Almeida, solteira;

1.2.1.1.10 – Ivan Engler de Almeida, casado com Antônia Adelina Palma;

1.2.1.1.11 – Wilson Engler de Almeida, falecido na infância;

1.2.1.1.12 – Almerinda Engler de Almeida, casada com Sidnei de Sousa Barbosa;

1.2.1.1.13 – Artur Moreira de Almeida Filho;

1.2.1.2 – Carlos, falecido na infância;

1.2.1.3 – Maria, falecida na infância;

1.2.2 – José Pedro de Godoy Moreira Júnior, foi lavrador, suplente de juiz municipal e eleitor paroquial.

1.2.3 – Luís Venceslau de Godoy Moreira, casado em 1886 com sua prima Maria Luísa da Silveira, filha de Bento de Godoy Moreira e de Alexandrina Olímpia da Silveira. Era inspetor da estrada do bairro de Pedreiras em 1889 (Atas, 6:349)

1.3 – Maria Pires de Ávila, casada em 1834 no Amparo, com João Pires Batista, o Pirão, filho de Antônio Pires Pimentel e de Maria da Conceição. João Pires Batista (meu bisavô), adquiriu dos herdeiros do bragantino Aleixo Rodrigues Bueno  terras no bairro do Brumado, em Serra Negra. Essa a origem da Fazenda Santo Aleixo, que ainda é de propriedade de descendentes de João Pires Batista (1ºof.12:1654). João Pires Batista era fazendeiro de café em Campinas em 1851 (Monografia Histórica do Município de Campinas, 240) e posteriormente teve terras na Areia Branca, onde construiu uma ponte sobre o Rio Jaguari. João Pires Batista e Maria Pires de Ávila tiveram 7 filhos moradores no Amparo:

1.3.1 – João Pires Pimentel, natural de Serra Negra, filho de João Pires Batista e de Maria Pires de Ávila, casou no Amparo em 1883 com Ursulina Franco da Cruz (sua prima), filha de Joaquim Rodrigues de Paula Cruz e de Leopoldina Franco da Cunha (CA-10:34v/35). Também foi casado depois com Ana Franco da Cruz Pimentel, filha de Francisco de Paula Cruz, moradores de Serra Negra, que em 12/1/1891 compraram de Gustavo de Oliveira e sua mulher Francisca Guilhermina de Vasconcelos uma casa na Rua 13 de Maio, esquina da Rua Boa Vista, hoje Rua Oswaldo Cruz (1ºof.100:85).

1.3.2 – Camilo Pires Pimentel foi homem abastado, fazendeiro e político, tendo sido vereador e presidente da Câmara Municipal de Serra; em 16 de novembro de 1889 foi quem apregoou ao povo de Serra Negra a Proclamação da República. Em 1893 comprou, de uma só vez, de Antônio da Costa Bispo quatro casas em Amparo, uma no Largo de Santa Cruz e as outras na Rua 15 de Novembro, na Rua Duque de Caxias e na Rua 13 de Maio (1ºof. 117-A:1). Foi casado duas vezes com as irmãs Maria Adelina e Maria do Carmo da Costa, filhas de Francisco Mariano da Costa e de Adelaide Augusta da Costa (ituanos, moradores de Serra Negra), das quais teve os filhos:

– de Maria Adelina:

1.3.2.1 – Maria Adelaide Pimentel Melo (Dilóca), casada com Edgar de Melo, filho de Elias Juvenal de Sousa Melo e de Josina do Amaral Melo; pais de:

1.3.2.1.1 – Maria de Lourdes Melo Pereira da Silva, casada com Mário Pereira da Silva, filho de Olegário Pereira da Silva e Ana Leopoldina Pereira da Silva; pais de:

1.3.2.1.1.1 – Antônio Mário;

1.3.2.1.1.2 – Maria Priscila Pereira da Silva Basile, casada com Lauro Basile; pais de:

1) Yolanda;

2) Lauro Basile Filho, falecido.

3) Rachel, casada com José de Araújo Filho.

4) Selma;

5) Lucila.

1.3.2.1.2 – Dr. Hélcio Pimentel de Melo, casado com Marina Pinto e Silva Pimentel de Melo, pais de:

1.3.2.1.2.1 – Carmen Sílvia, casada

1.3.2.1.2.2 – José Roberto, casado

1.3.2.1.2.3 – Sônia Beatriz.

1.3.2.1.3 – Coraly Pimentel de Melo Ferreira, casada com Anísio Ferreira Filho, pais de:

1.3.2.1.3.1 – Rita Maria, casada.

1.3.2.1.3.2 – Vera Maria, casada.

1.3.2.1.4 – Maria Adelina Pimentel de Melo Siqueira, casada com Nelson Bastos Siqueira, pais de

1.3.2.1.4.1 – Marina

1.3.2.1.4.2 – Beatriz

1.3.2.1.4.3 – Vera

1.3.2.1.4.4 – Gilda.

1.3.2.1.5 – Edgard Melo Filho, casado com Maria Rocha Lima de Melo, filha de Fernando Rocha Lima e de Maria de Lourdes Bonilha Rocha Lima, pais de:

1.3.2.1.5.1 – Edgar de Melo Neto

1.3.2.1.5.2 – Fernando

1.3.2.1.5.3 – Fábio

1.3.2.1.5.4 – Marcos

1.3.2.1.6 – Maria Aparecida de Melo Campos Pinto, casada com Aloysio Campos Pinto, filho de Romeu de Campos Pinto e Anésia Costa Campos Pinto, pais de:

1.3.2.1.6.1 – Anésia Maria

1.3.2.1.6.2 – Aloysio

1.3.2.1.6.3 – Suzana Maria

1.3.2.1.6.4 – Stela Maria

1.3.2.1.6.5 – Ruy

1.3.2.1.7 – Geraldo Pimentel de Melo, casado com Anita Loré, filha de Caetano Loré e Rosa Loré, pais de:

1.3.2.1.7.1 – Geraldo.

1.3.2.1.8 – José Paulo

1.3.2.1.9 – Tarcísio Pimentel de Melo, casado com Maria Lúcia Franco Pimentel, filha de José de Siqueira Franco e Teresa de Sousa Franco, pais de:

1.3.2.1.9.1 – Tarcísio

1.3.2.1.9.2 – Marcelo.

`             1.3.2.2 – João da Costa Pimentel, casado com Hercília Bueno Pimentel (Cilóca), filha de Aristides Pinto Bueno e de Maria Barbosa Bueno; pais de:

1.3.2.2.1 – Maria Lígia Pimentel de Moraes, casada com Mauro Leite de Moraes Júnior, filho de Mauro Leite de Moraes e Marina Prestes de Moraes. Com geração:

1.3.2.2.1.1 – Carmen Lígia.

1.3.2.2.1.2 – Gisela Maria.

1.3.2.2.1.3 – Sílvia Maria.

1.3.2.2.2 – Maria Regina Pimentel Pinto César, casada com Luís Antônio Pinto César, filho de Ruy Pinto César e Lúcia Silveira Melo Pinto César. Com geração:

1.3.2.2.2.1 – Luís Roberto.

1.3.2.2.2.2 – Rui Pinto César Neto

1.3.2.2.2.3 – Maria Cristina

1.3.2.2.2.4 – Renato.

1.3.2.2.3 – Plínio Bueno Pimentel, casado com Teresa Borges Pimentel, filha de Deryval Borges de Sousa e Dulce Borges de Sousa. Com geração:

1.3.2.2.3.1 – Ricardo

1.3.2.2.3.2 – Miriam

1.3.2.2.3.3 – Beatriz

 

– de Maria do Carmo:

1.3.2.3 – Maria Efigênia Pimentel de Sousa Leite, casada com o Dr. Raul de Sousa Leite, médico, filho do Coronel Luis de Sousa Leite (que renunciou ao título de Barão de Socorro, ao ser proclamada a República). Foram pais de:

1.3.2.3.1 – Maria de Lourdes Pimentel Leite Cintra, a “Marucha”, casada com o engenheiro-agrônomo Dr. Raul do Amaral Cintra, filho de Dr. Constâncio Cintra, que foi Prefeito de Amparo nas décadas de 1920 e 1930, e de D. Clotilde do Amaral Cintra. Raul e Marucha tiveram:

1.3.2.3.1.1 – Maria Cecília, casada

1.3.2.3.1.2 – Eduardo

1.3.2.3.1.3 – Sérgio Leite Cintra, casado  com Iracema de Meira Campos Cintra, filha de Daugmont Meira Campos e Alice M. Meira Campos.

1.3.2.3.1.4 – Maria Beatriz Cintra Garrafa, casada com Paulo Roberto de Campos Garrafa, filho de Duílio Matteis Garrafa e Esmeralda de Campos Garrafa.

1.3.2.3.1.5 – Fábio.

1.3.2.3.2 – Dr. Luís Leite Neto, médico, que foi casado com Maria da Conceição Ferreira Leite, filha de Waldomiro Ferreira e de Olga Ferreira. Tiveram

1.3.2.3.2.1 – Raul, solteiro

1.3.2.3.2.2 – Lígia, casada com Nelson Saltini Filho, filho de Nelson Saltini e Bartira de Oliveira Saltini.

1.3.2.3.2.3 – Vera Regina

1.3.2.3.2.4 – Ana Luísa

1.3.2.3.2.5 – Helena Maria

1.3.2.3.2.6 – Luciana

1.3.2.3.2.7 – Maria Beatriz.

1.3.2.3.3 – Dr. Nelson Pimentel de Sousa Leite, cirurgião-dentista, casado com Dalva Lenzi de Sousa Leite, filha de Hugo Lenzi e Irene Zarpelon Lenzi. Tiveram

1.3.2.3.2.1 – Carmen Sílvia

1.3.2.3.2.2 – Paulo.

1.3.2.3.4 – Maria Stela Leite de Arruda Pastana, casada com Lineu Pastana, já falecido, uma das mais belas vozes do Brasil, filho de Antônio de Arruda Pastana e Escolástica de Oliveira Pastana; foram pais de:

1.3.2.3.4.1 – Stela Maria, casada o Dr. Admir Tozo, filho de Pedro Tozo e de Maria Aparecida Segalla Tozo, Delegado de Polícia Federal. Pais de:

1.3.2.3.4.1.1 – Fernanda.

1.3.2.3.4.2 – Ricardo, casado

1.3.2.3.4.3 – Victor Luís, casado

1.3.2.3.4.4 – Marjorie, casada

1.3.2.3.5 – Maria Dulce Leite Vasco de Toledo, casada com o Dr. Francisco de Assis Vasco de Toledo, fazendeiro e auditor-fiscal do Estado de São Paulo, pais de:

1.3.2.3.5.1 – Marcelo, casado

1.3.2.3.5.2 – Elisa, casada

1.3.2.3.5.3 – Roberto, casado

1.3.2.4 – Cássio da Costa Pimentel, fazendeiro, hábil homem de vendas, valente soldado constitucionalista em 1932, no front de Cunha, casado com Euridice Pupo Pimentel, filha de Artur Corrêa Pupo e Amélia Alves Corrêa Pupo; pais de:

1.3.2.4.1 – Maria Aparecida Pimentel Bergamaschi, casada com Orlando Bergamaschi, filho de Humberto Bergamaschi e Maria Dias Bergamaschi; pais de:

1.3.2.4.1.1 – Márcia, casada com Décio Quintanilha Júnior, filho de Décio Melo Quintanilha e Auzonia R. Gargiulo Quintanilha ;

1.3.2.4.1.2 – Denise;

1.3.2.4.1.3 – Orlando Bergamaschi Filho, casado com Sonia Maria Ramos Bergamaschi, filha José Pedroso Ramos Júnior e de Nair Cecatto Pedroso;

1.3.2.4.1.4 – Eurídice;

1.3.2.4.1.5 – Maurício;

1.3.2.4.1.6 – Patrícia.

1.3.2.4.2 – Maria Eneida Pupo Pimentel, foi casada com Hélio Vilela, falecido. Pais de:

1.3.2.4.2.1 – Maria de Lourdes, casada com Antônio Carlos Ferraresso, filho de Arlindo Astolfo Ferraresso e Antonieta Villapiano Ferraresso.

1.3.2.4.2.2 – Maria Angélica.

1.3.2.4.3 – José Carlos Pupo Pimentel, casado com Jacira Candiã Pimentel; pais de

1.3.2.4.3.1 – Maria Isabel;

1.3.2.4.3.2 – Maria Cecília;

1.3.2.4.3.3 – Carlos Heitor.

1.3.2.4.4 – Célia Maria Pimentel de Oliveira Lima, casada com Homero Mário de Oliveira Lima. Com sucessão:

1.3.2.4.4.1 – Homero de Oliveira Lima Filho.

1.3.2.4.4.2 – Mônica Pimentel de Oliveira Lima;

1.3.2.4.4.3 – Cássio Pimentel de Oliveira Lima.

1.3.2.4.5 – Aluísio da Costa Pupo Pimentel, falecido, casado com Terezinha Gonçalves Pimentel, filha de Elias Gonçalves Delgado e Joana Gonçalves Delgado. Com geração:

1.3.2.4.5.1 – Joana Maria, nascida em 1955, casada com Jeffrey Dean Wilson, filho de Roger Dean Wilson e Doris Wilson. Joana Maria e Jeffrey residem na Califórnia, nos Estados Unidos da América.

1.3.2.4.5.2 – Paulo, nascido em 1960, casado.

1.3.2.4.5 – Dr. Rubens Pupo Pimentel, casado, falecido, foi casado com Maria Elisabete Mendes de Toledo Pimentel, filha de Álvaro Mendes de Toledo e de Nanci Patrício Mendes de Toledo. Rubens e Elizabete tiveram:

1.3.2.4.5.1 – Cássia, nascida em 1961, casada.

1.3.2.4.5.2 – Rubens Pupo Pimentel Filho, nascido em 1962.

1.3.2.4.5.3 – José Roberto, nascido em 1965.

1.3.2.4.5.4 – Luciana, nascida em 1970.

1.3.2.5 – Homero da Costa Pimentel, soldado constitucionalista em 1932, que foi  prefeito de Amparo em 1943, casado com Henriqueta Schmidt Pimentel, pais de:

1.3.2.5.1 – Ana Maria,

1.3.2.5.2 – Dora, casada

1.3.2.5.3 – Homero, casado

1.3.2.6 – Francisco da Costa Pimentel, casado com Diva Almeida Pimentel, nascida em Jáú, filha de José Plates de Almeida e Delminia Plates de Almeida, com geração:

1.3.2.6.1 – José Francisco

1.3.2.6.2 – Maria Inês

1.3.2.6.3 – Pedro Camilo

1.3.2.6.4 – Luís Artur

1.3.2.6.5 – Ana Luísa

1.3.2.6.6 – Antônio Paulo

1.3.2.6.7 – Carlos Benedito

1.3.2.6.8 – Eugênio Raul

1.3.2.6.9 – Lucília Maria.

1.3.2.6 – Cid de Costa Pimentel, que foi prefeito de Vera Cruz, casado com Ester Berardo Pimentel. Pais de:

1.3.2.6.1 – Maria da Glória, professora, já falecida;

1.3.2.6.2 – Maria Alice, casada com o Dr. Luís Patrício Cintra do Prado, engenheiro, moradores em Campos do Jordão. Com sucessão.

1.3.2.7 – Edmur da Costa Pimentel, médico psiquiatra, fazendeiro, casado com Edna Vieira Pimentel. Pais de:

1.3.2.7.1 – Maria Lúcia Pimentel Sampaio Góes, escritora, professora da USP, foi casada com Vicente de Sampaio Góes, já falecido.

1.3.2.7.2 – Paulo Edmur, casado

1.3.2.7.2 – Marina, casada

1.3.2.7.3 – Fernando, casado

1.3.2.8 – Aloísio da Costa Pimentel, casado com Aparecida Schmidt Pimentel; pais de;

1.3.2.8.1 – Sílvia, casada.

1.3.2.8.2 – José Henrique, casado, já falecido.

1.3.2.9 – Alayr Pimentel de Godoy, casada com o advogado Dr. Nelson Alves de Godoy, famoso orador forense, filho de Artur Alves de Godoy e de Maria Gomes Pinto de Godoy, foram pais de:

1.3.2.9.1 – Dr. José Eduardo Pimentel de Godoy, auditor-fiscal da Receita Federal; casado com Rosely da Motta Pacheco, filha de Benedito Luís da Mota Pacheco e Anaracy Negrão, pais de:

1.3.2.9.1.1 – Maria Luíza Motta Pachedo de Godoy; bióloga

1.3.2.9.1.2 – José Eduardo Pimentel de Godoy Júnior; economista, casado com Veridiana Guimarães;

1.3.2.9.1.2 – Maria Augusta Motta Pacheco de Godoy; engenheira florestal;

1.3.2.9.2 – Dr. Nelson Alves de Godoy Júnior, advogado, já falecido, foi casado com Marjorie Jacobsen de Godoy, filha de André Jacobsen Júnior e Alda Martins Jacobsen, com geração.

1.3.2.9.2.1 – Patrícia, casada;

1.3.2.9.2.2 – Dra. Susana, médica casada;

1.3.2.9.2.3 – Nelson Alves de Godoy Neto;

1.3.2.9.2.4 – Paulo.

1.3.2.9.3 – Luís Fernando Pimentel de Godoy, agricultor, casado com Carmen Camargo de Godoy; filha de Renato Cintra Camargo e Elza Vasconcelos Camargo, com geração:

1.3.2.9.3.1 – Carlos Eduardo

1.3.2.9.3.2 – Ricardo

1.3.2.9.3.3 – Sérgio

1.3.2.9 3.4 – Renato

1.3.2.9.3.5 – Fernanda.

1.3.2.9.4 – Dr. Carlos Arthur Pimentel de Godoy, advogado e professor, casado com Maria da Glória Pastana de Godoy, com geração:

1.3.2.9.4.1 – Mariana Godoy, jornalista, casada.

1.3.2.9.4.2 – Artur, policial federal, casado.

1.3.2.9.4.3 – Miriam

1.3.2.9.4.4 – Marta

1.3.2.9.5 – Margarida Maria de Godoy Capelossi, foi casada com Marcos Capelossi, filho de Sávio Capelossi e Edith Johansen; com geração:

1.3.2.9.5.1 – Paula, nascida em El Salvador;

1.3.2.9.5.2 – Fábio, casado.

1.3.2.9.5.3 – Pedro Paulo, solteiro

1.3.2.9.6 – Francisco Roberto Pimentel de Godoy, casado com Maria Christina Filippe de Godoy; com        geração;

1.3.2.9.6.1 – Gustavo;

1.3.2.9.6.2 – André

1.3.2.9.6.3 – Guilherme

1.3.3 – Damásio Pires Pimentel, batizado em 14/4/1853, casado com Elvira Hermínia Goulart Penteado, natural de São Paulo, filha de Antônio Emiliano Goulart Penteado e de Ana de Barros, também conhecida por Ana Hermínia Goulart Penteado, com geração (BA-5:118v). Damásio Pires Pimentel e João Mendes do Amaral, em 15/3/1883, fizeram pedido à Câmara para instalar máquina de beneficiar café a vapor no antigo Matadouro, por eles arrematado; a Comissão Especial de Higiene impôs condições especiais para a máquina de beneficiar café, mas deferiu o pedido (Atas, 4:127 e 130). Republicano (patrocinou em 1889 uma reunião em sua casa para receber Campos Sales, que depois, em 1898, seria eleito Presidente da República), foi vereador e foi eleito Intendente Municipal de Amparo em 1897. Era dono da casa n.3 do Largo da Matriz em 1890.

1.3.4 – Antônio Pires Ramos de Azevedo Pimentel, casado com Porfíria …… . Era membro do Diretório do PRP em Serra Negra no final do século XIX. (JOSÉ JACINTHO  RIBEIRO, Chronol. Paulista, 2:361). Era fazendeiro e político na Estação de Santo Aleixo e ocupou cargos de vereador em Serra Negra. Antônio Pires Ramos Pimentel faleceu em fevereiro de 1908. Ele e sua mulher foram pais de:

1.3.4.1. – Bertoldo Pires Ramos de Azevedo Pimentel, tabelião em Amparo, casado com Constança Cintra, pais de:

1.3.4.1.1 – Décio Cintra Pimentel, tabelião no Amparo, vereador pela UDN, casado como Maria Aparecida Fonseca de Oliveira, filha do Major Joaquim de       Oliveira Campos e de sua terceira mulher Hortência da Fonseca; pais de:

1.3.4.1.1.1 – José Carlos de Oliveira Pimentel, advogado, casado com Berenice Paula, de quem se divorciou, pais de:

1.3.4.1.1.1.1 – Paula

1.3.4.1.1.1.2 – Frederico

1.3.4.1.1.2 – Henrique Osvaldo de Oliveira Pimentel, solteiro

1.3.4.1.1.3 – Maria Lúcia de Oliveira Pimentel, casada com seu primo Dr. Jorge do Amaral Cintra,         com geração em SOUSA QUEIROZ.

1.3.4.1.1.4 – Maria Teresa de Oliveira Pimentel, professora em São Paulo, solteira.

1.3.4.1.1.5 – Francisco Xavier de Oliveira Pimentel, solteiro.

1.3.4.1.1.6 – Luís Gonzaga de Oliveira Pimentel, casado com Sandra Rapp, de quem se          divorciou; pais de:

1.3.4.1.1.6.1 – Luís Gonzaga

1.3.4.1.1.6.2 – Vera Regina

1.3.4.1.1.7 – Bertoldo Joaquim de Oliveira Pimentel, falecido solteiro.

1.3.4.1.2 – Dulce, casada com Cássio Cintra;

1.3.4.1.3 – Maria Cintra Pimentel, religiosa com o nome de irmã Maria Rosa.

1.3.4.1.4 – José Inácio, casado com Paulee Straunard.

1.3.4.1.5 – Mirtes, que foi a segunda mulher do seu primo Dr. Amador Cintra do Prado, com geração.

1.3.4.1.6 – Renato.

1.3.4.1.7 – Raquel.

1.3.4.1.8 – Ana Francisca.

1.3.4.1.9 – Antônio, casado com Falide Gebauer.

1.3.4.1.10 – Bertolina.

1.3.4.1.11 – Edmundo.

1.3.4.1.12 – Constança, casada com o Dr. Virgílio Itapema Alves, com geração.

1.3.4.1.13 – Maria Aparecida, casada com o Dr. José Cândido Tolosa.

1.3.4.1.14 – Maria Raquel.

1.3.4.1.15 – Maria Cândida.

1.3.4.1.16 – José Tarcísio.

1.3.4.2 – Alcina Pimentel, casada com Franklin de Toledo Piza, diretor da Penitenciária do Carandiru, pais de:

1.3.4.2.1 – Wladimir de Toledo Piza, médico, prefeito da cidade de São Paulo;

1.3.4.2.2 – Franklin de Toledo Piza Filho, engenheiro;

1.3.4.2.3 – Alcina

1.3.4.2.4 – Alarico de Toledo Piza, casado com Maria de Lourdes de Almeida Dantas;

1.3.4.2.5 – Francisco de Toledo Piza.

1.3.4.3 – Coronel Alfredo Pires de Azevedo Pimentel, casado com Ana Leopoldina de Freitas Pimentel, falecida aos 88 anos em 1959, filha do Dr. Brás Odorico de Freitas e de Ana Cândida de Freitas. Esse casal morou em Serra Negra e Rio Preto, onde Alfredo foi delegado em 1919. Alfredo já era falecido em 1942. Deixou:

1.3.4.3.1 – Lucinda de Freitas Pimentel, viúva de Jorge de Arruda Castanho;

1.3.4.3.2 – Alfredo de Freitas Pimentel, casado com Carmen Rocco Pimentel;

1.3.4.3.3 – Dario de Freitas Pimentel, viúvo de Amélia Melo de Freitas Pimentel;

1.3.4.3.4 – Diva Pimentel Spinola Castro, viúva de José Spinola Castro;

1.3.4.3.5 – Consuelo Pimentel Marques, casada com Alfredo Machado Marques;

1.3.4.3.6 – Jenny Pimentel de Borba, casada com Júlio Ruy da Costa Borba;

1.3.4.3.7 – Porfíria Pimentel Marques, casada com João Batista Machado Marques;

1.3.4.3.8 – Álvaro de Freitas Pimentel, casado em primeiras núpcias com Ana de Lourdes Marques Pimentel e em segundas núpcias com Fefinha Carlos da Silva Pimentel.

1.3.5 – Rita Pires de Ávila, batizada na Matriz de Campinas em 9/4/1851, pelo Padre João Manuel de Almeida Cardoso, de licença do pároco de Amparo, sendo padrinhos o Dr. Francisco de Assis Pupo e sua mulher Rita Lustosa Nogueira. (BA-5:58);

1.3.6 – Maria Pires de Ávila

 

1.3.7 – José Pires Pimentel, filho de João Pires Batista e de Maria Pires de Ávila, casou no Amparo em 1878 com Ana Franco da Cruz (sua sobrinha?), filha de Joaquim Rodrigues da Cruz e de Leopoldina Maria da Conceição, sendo testemunhas Camilo Pires Pimentel e Bento de Godoy Moreira (CA-7:67v). Na ata da sessão da Câmara de 3/1/1876 consta a indicação do vereador Pires de Godoy para chamar o Procurador demissionário das Obras da Matriz, Jorge Franco do Amaral, a prestar contas, indicando também que fosse chamado José Pires Pimentel, Procurador das Obras da Matriz; indicação aprovada (Atas,3:271).  Eleito vereador para o quatriênio 1877/1881, José Pires Pimentel ainda era Procurador das Obras da Matriz. Em 22/1/1877 consta uma proposta de Pires Pimentel: “que sendo ele cobrador dos impostos das obras da Matriz é incompatível com o cargo de Vereador, por isso pedia exoneração”. A Câmara deliberou substituir o cobrador e manter o vereador (Atas,3:307/308). José Pires Pimentel também foi dono de máquina de beneficiar café no Largo da Estação e também Procurador da Câmara (Atas, 4:9v).

 

João Pires Batista, depois de enviuvar de Maria Pires de
Ávila, casou mais duas vezes, e teve pelo menos:

1.3.8 – Agostinho Pires Pimentel (ou Agostinho Pires do Amaral, filho do Pirão e de sua terceira mulher?), casado com Dircelina da Rocha Maia, filha de Francisco José Lopes Maia. Dircelina faleceu de gripe em 1919, presumivelmenete sem filhos. Agostinho casou-se novamente com Zélia Wey Pires do Amaral, filha do capitão Otto Wey e de Dionísia Dias Wey,  e foi pai de:

1.3.8.1 – Olival Pimentel, residente em Sorocaba.

1.3.9 – Carolina Pires de Ávila, batizada em 1838 (BA-3:19), casou em 1856 com seu parente João Antônio de Godoy, viúvo de Maria Cândida de Oliveira (CA-3:62); João Antônio de Godoy, n. 1.1, era filho de Francisco Pires de Ávila e de Rosa Maria de Godoy. Carolina Pires de Ávila vendeu em 23/12/1886 a Francisco de Araújo Roso “parte de um cafesal no sítio que foi do finado João Pires Batista, no bairro do Pary, em Serra Negra, havido por herança daquele finado”. Teve os filhos:

1) – Augusta Maria de Ávila e Silva, também conhecida por Maria Augusta de Ávila, casada em 17/11/1879 com José Adolfo da Silva, de Caçapava;

2) – Joaquim Pires de Godoy, solteiro, com 25 anos em 1885;

3) – Venâncio Pires de Godoy, solteiro, com 22 anos;

4) – Ana Irandina de Almeida, casada com José Manuel de Sousa Almeida, moradores em Mogi Mirim; deve ser a Ana Pires de Godoy, que teve a idade suprida em 1880 para se casar (1ºof.47:40). José Manuel de Sousa Almeida era filho de Luís Antônio de Sousa e de Fermina de Campos Camargo. Foram padrinhos de seu casamento os Drs. Bernardino de Campos e Antônio Augusto Bittencourt (CA-8:17v)

5) – Antônio Pires de Godoy, com 10 anos.

1.4 – Ana Pires de Ávila, casou em 1837 no Amparo com Joaquim Antônio dos Santos, natural de Jundiaí, filho de Antônio Pires Pimentel e Joaquina Isbela da Anunciação; este também se assinava Joaquim Franco de Camargo. Ana Pires de Ávila, por sua vez, também era conhecida como Ana de Godoy Moreira e Ana Pires de Godoy. Joaquim Franco de Camargo foi um dos participantes do grave conflito entre conservadores e liberais na Igreja do Rosário, durante a apuração da eleição em fevereiro de 1869. Ana e Joaquim foram moradores no bairro do Cascalho, atual cidade de Pedreira e foram pais de:

1.4.1 – Sabina Franco de Camargo, batizada em 1840 (BA-3:69v), solteira, com 23 anos em 1864 (AJA, cx. 1-cível) casou no Amparo em 1870     com José Pedro da Silva Campos, natural de Santo Ildefonso, Portugal, filho de Antônio José Carlos da Silva e Rita Joaquina da Silva.   (CA-6:22)

1.4.2 – João, batizado em 1843, solteiro, com 22 anos, sendo padrinhos João Pires Batista e sua mulher Maria Pires de Ávila (BA-4:15);

1.4.3 – José, 12 anos; deve ser o que mais tarde se chamou José Feliciano de Camargo; José Feliciano de Camargo casou em 29/10/1881 no Amparo com Ana Cândida de Macedo Portela. Não constam do assento os pais dos nubentes. Américo Antônio Pereira e Marcelino Penteado foram testemunhas do ato (CA-8:49) José Feliciano de Camargo e sua mulher Ana Cândida de Camargo permutaram em 1887 com João Pires Franco de Camargo a casa n. 33 do Largo da Matriz com um pasto nos subúrbios da cidade (1ºof. 75:13v) José Feliciano de Camargo, proprietário de duas casas que foram das irmãs Gomide na Rua Barão do Socorro – uma delas está no alinhamento da rua – a outra “que fica do lado do Largo de São Benedito” sai um pouco do alinhamento – pretende demolir a casa velha e reconstruir uma nova no alinhamento correto – pede licença – 1890. (Atas, 7:57). José Feliciano de Camargo e Ana Cândida tiveram:

1.4.3.1 – José Feliciano de Camargo Júnior, ex-prefeito de Amparo, filho de José Feliciano de Camargo e Ana Cândida de Camargo, era casado com Berta Bueno de Camargo e faleceu em São Paulo em  25/8/1939 Deixou os filhos:

1.4.3.1.1 – Irmã Maria do Divino Coração,

1.4.3.1.2 – Luís,

1.4.3.1.3 – Oscar,

1.4.3.1.4 – Ciro,

1.4.3.1.5 – José Roberto,

1.4.3.1.6 – Maria Aparecida,

1.4.3.1.7 – Maria Cândida

1.4.3.1.8 – Maria Terezinha Bueno de Camargo.

1.4.3.1.9 – Carlos Feliciano de Camargo, nascido em 1909, filho de José Feliciano de Camargo Júnior, é declarado reservista pelo Tiro 104 em 29/2/1928;

1.4.3.2 – Milu Camargo Pinto Cintra, casada com Elisiário Pinto Nunes Cintra,

1.4.3.3 – Euthalia C. Macedo Couto, viúva do ministro Macedo Couto,

1.4.3.4 – Custódia C. Barreto, casada com José Gomes Barreto,

1.4.3.5 – Ana Cândida de C. Leite, casada com o Dr. Joaquim Paulino Leite,

1.4.3.6 – Dr. João Batista F. de Camargo, Urbano F. de Camargo,

1.4.3.7 – Joaquim F. de Camargo,

1.4.3.8 – Oscar F. de Camargo,

1.4.3.9 – Olavo F. de Camargo.   (CP)

1.4.4 – Paulino, 9 anos (deve ser o Paulino Pires Ramos Pimentel – do livro 4-C, do Registro de Imóveis de Amparo, ns. 454 e 478, que passou a se assinar em 1884 Paulino Gonçalves Felicio de Camargo – em 1874 ainda era analfabeto). Foi batizado em 1852, sendo seus padrinhos José Libânio de Abreu Soares e Custódia Amância de Oliveira, ambos de Campinas (BA-5:89). Em 1874 vendeu a seu pai partes de cafesais no “sítio do finado João Pedro de Godoy Moreira” (1ºof. 33:2). Paulino Felício de Camargo foi casado no Amparo em 1876 com Guilhermina Carolina da Silveira Camargo, natural de Santo Antônio da Cachoeira, filha de Antônio Corrêa da Silveira e de Maria da Silveira Campos, de quem teve:

1.4.4.1 – Bento da Silveira Camargo, casado com Clotilde Martins de Camargo. Este casal, junto com Guilhermina, hipotecou em 1914 a Junqueira, Guimarães & Cia, terras no sítio Santo Antônio, que haviam herdado de Paulino Felício (1ºof. 153-A:67v).

1.4.5 – Manuel, batizado em 1853, tendo como padrinhos Antônio José de Oliveira e sua mulher Maria Brandina (BA-5:133), com 8 anos em 1864, é Manuel Florêncio de Camargo, filho de Joaquim Franco de Camargo e de Ana (Pires?) de Godoy; casou no Amparo em 1884 com Carolina Corrêa Pacheco, filha de Francisco Elias Pacheco e Ana Eliza Maria Pacheco de Moraes, sendo testemunhas Dr. Joaquim Inácio de Moraes e José Feliciano de Camargo (CA-11:7)

1.4.6 – Maria, 6 anos;

1.5 – Gertrudes Maria de Godoy, casada em 1840 no Amparo com José Pires de Oliveira, filho de José Caetano de Oliveira e Maria Francisca; com geração em OLIVEIRA, Tronco XXVII.

Da segunda mulher, João Pedro teve:

1.6 – Leopoldina Franco da Cunha, casada no Amparo em primeiras núpcias, em 1847, com Inácio Barbosa dos Santos, viúvo de Escolástica Maria; na segunda vez, casou com Joaquim Rodrigues de Paula Cruz; com geração no Amparo. Inácio Barbosa dos Santos fora dono de um sítio de 30 alqueires no bairro da Boa Vista, que vendeu em 1848 a Lucas de Siqueira Franco.  Inácio Barbosa dos Santos foi sepultado em Campinas. Joaquim Rodrigues de Paula Cruz, junto com João Pedro de Godoy Moreira ofereceu terreno para construção de cemitério em Pedreira em 1890 (Atas, 7:98v).  Leopoldina teve:

1.6.1 – Maria, filha menor de Joaquim Rodrigues da Cruz e de Leopoldina Francisca, falecida em 1851 (ADF, 7).

1.6.2 – Maria Leopoldina da Conceição, amparense, filha de Joaquim Rodrigues da Cruz e de Leopoldina Franco da Cunha, casou no Amparo em 1868 com Egídio Cesarino de Oliveira, natural de Jundiaí, filho de José Galdino de Oliveira e Ana Cândida de Almeida (CA-5:136v/137)

1.6.3 – Ana Franco da Cruz, casou no Amparo em 1878 com José Pires Pimentel, seu primo, filho de João Pires Batista e de Maria Pires de Ávila, sendo testemunhas do casamento Camilo Pires Pimentel e Bento de Godoy Moreira (CA-7:67v).

1.6.4 – Ursulina Franco da Cruz, filha de Joaquim Rodrigues de Paula Cruz e de Leopoldina Franco da Cunha, casou no Amparo em 1883 com seu primo João Pires Pimentel, natural de Serra Negra, filho de João Pires Batista e de Maria Pires de Ávila (CA-10:34v/35).

1.7 – Joaquim Pedro de Godoy, batizado no Amparo em 1832,  casado com Maria Luíza de Arruda; pais de:

1.7.1 – José Pedro de Arruda Moreira, que foi tutelado por seu tio João Pedro de Godoy Moreira;

1.8 – Coronel João Pedro de Godoy Moreira (em moço se chamava João Batista de Godoy Moreira), fundador de Pedreira, casado com Francisca Eugênia Alves Cordeiro, filha do major Antônio José Alves Cordeiro e de sua primeira mulher          Francisca Eugênia Pinto Ferraz; como seu pai, teve grande participação na vida política de Amparo, envolvendo-se inclusive no conflito entre conservadores e liberais na Igreja do Rosário, durante uma eleição em fevereiro de 1869. Teria se casado em segundas núpcias com sua sobrinha Virgília, filha de seu irmão Bento Pedro; sem geração de ambos os casamentos;

1.9 – Maria Franco da Cunha, casada em 1848 no Amparo com Francisco de Cerqueira César, filho do capitão Manuel de Cerqueira César e de Manuela de Oliveira César. Sem geração.

1.10 – Luísa Franco da Cunha, casada com Marcos Lourenço Gomes, filho do capitão José Lourenço Gomes e de Ana da Silveira Franco; Marcos também era conhecido por Marcos da Silveira Gomes e foi eleito Juiz de Paz em 1887; com geração:

1.10.1 – Fileto da Silveira Gomes, casado com Ursulina Bueno da Silveira, filha de Antônio Bueno de Camargo Silveira e Ana de Sales Bueno; pais de:

1.10.1.1 – José da Silveira Bueno, casado com Maria Barreto, filha de José Ferreira dos Santos e de Antônia Barreto; com sucessão;

1.10.1.2 – Maria Aparecida, casada;

1.10.1.3 – Antônio da Silveira Bueno, professor, casado com Virgínia de Sousa, moradores de Campinas;

1.10.1.4 – Marcos da Silveira Bueno;

1.10.1.5 – Luís da Silveira Bueno, farmacêutico, natural de Serra Negra, casado com Carolina de Paiva, natural de Amparo, filha de José de Paiva Vidual e Brasília do Nascimento. Com geração (GC,34).

1.10.1.6 – Petronilha, casada com Mário Costa, dentista em Amparo. Com sucessão:

2.3.6.1 – Dacilo, dentista, casado, falecido.

2.3.6.2 – Dimas Silveira Costa, casado, professor, residente em Socorro.

2.3.6.3 – Durval Silveira Costa, o “Guigo”.

1.10.1.7 – Adelina da Silveira Bueno, solteira.

1.10.2 – Áurea da Silveira Martins, casada em 1885 com Marcolino Antônio Martins, filho de Joaquim Antônio Martins e Escolástica Pires de Godoy, pais de:

1.10.2.1 – Raul;

1.10.2.2 – Maria;

1.10.3 – Venâncio da Silveira Gomes, casado com Balbina do Amaral Gomes, filha de  João Mendes do Amaral e de Maria do Amaral;  pais de:

1.10.3.1 – Benedito;

1.10.3.2- Josué;

1.10.3.3 – Benedito da Silveira Gomes, solteiro, com 20 anos em 1901;

1.10.4 – Petronilha Franco da Silveira, filha de Marcos Lourenço Gomes e de Luísa Franco, casou no Amparo em 1878 com José Monteiro, natural de Portugal, filho de João Bento Alves e de Angélica Monteiro, sendo testemunhas João Pedro de Godoy Moreira e Bento de Godoy Moreira (CA-7:64v)

1.11 – Bento Pedro de Godoy Moreira, casado com Alexandrina Olímpia da Silveira, filha do Capitão José Lourenço Gomes da qual teve 5 filhos. Bento Godoy Moreira foi um dos que se envolveram no grave conflito entre conservadores e liberais na Igreja do Rosário, durante a apuração da eleição no dia 2 de fevereiro de 1869.  (SL,1:362 – EFA, 34):

1.11.1 – Ana Euclídia da Silveira, casada no Amparo em 1881 com Joaquim de Paula Cruz Filho, filho de Joaquim Rodrigues de Paula Cruz e de Leopoldina Franco da Cunha, de quem teve:

1.11.1.1 – Joaquim

1.11.1.2 – João

1.11.1.3 – Alcina

1.11.1.4 – Jandira

1.11.1.5 – Sebastião

1.11.2 – Guiomar da Silveira Roso, viúva de Francisco Roso (Guiomar casou em segundas núpcias com N. Ávila); teve de Francisco Roso:

1.11.2.1 – Jenny

1.11.3 – Virgília da Silveira Arruda, casada com José Pedro de Arruda, filho de Joaquim Pires de Godoy, de quem teve :

1.11.3.1 – ……..

1.11.3.2 – Benedita

1.11.3.3 – Sebastiana

1.11.3.4 – Alexandrina

1.11.3.5 – Dionésia

1.11.3.6 – Jandira

Segundo a “Genealogia dos Cintras”, 37, Virgília teria se casado em segundas núpcias com seu tio paterno, o Coronel João Pedro de Godoy Moreira, fundador de Pedreira

1.11.4 – Maria Luísa de Godoy, também conhecida por Maria Luísa da Silveira, casada em 1886 no Amparo com seu  primo Luís Wenceslau de Godoy Moreira, também conhecido por Luís Pedro de Godoy Moreira, filho de José Pedro de Godoy Moreira e de Francisca Albertina de Almeida, do qual teve:

1.11.4.1 – Benedito

1.11.4.2 – Palmira

1.11.4.3 – ………..

1.11.5 – João Severiano de Godoy Moreira, solteiro

1.12 – Jacinta, batizada no Amparo em 1830, falecida na infância (BA-1:18v)

 

 

NOTA: – Encontramos também um assento de batismo, datado de 17/3/1844 (BA-4:42v), de José, filho de João Pedro de Godoy Moreira e de Ana Franco, sendo padrinhos Felipe Antônio Pereira e sua mulher Maria Gertrudes. Este provavelmente faleceu na infância, porque não há dele nenhuma menção posterior.

 

TRONCO  II

 

II –      Capitão Salvador de Godoy Moreira, irmão do tronco precedente, também filho de José Ortiz de Camargo e de Gertrudes Maria de Godoy, vereador em Bragança em 1822, foi importante político nos primeiros tempos da Capela Curada de Amparo, reprimindo rigorosamente os participantes da Revolução Liberal de 1842, e exercendo diversos cargos públicos, inclusive o de Juiz de Paz. Era dono de um vasto latifúndio de 500 alqueires no bairro da Cruz Coberta, parte do qual havia adquirido de Lino de Oliveira Cardoso em 1847. Foi casado em 1813 em Bragança com Mécia da Silveira Franco, viúva de Luciano José Leme, filha do capitão Crispim da Silva Franco e de sua primeira mulher Isabel Cardoso da Silveira. (SL, 1:363). Mécia da Silveira Franco faleceu em 1850 (ADF, 5v). Salvador de Godoy Moreira fez testamento em 13/6/1860, no qual declarou como seu herdeiro o neto José Antônio de Camargo Moreira, embora fizesse graves restrições a este, inquinando-o de alcoólatra e irresponsável, pelo que “pediu às Justiças Ordinárias que lhe ponham tutor ou curador, para reger e administrar os bens que lhe tocar”(1ºof. 7:30). Apesar disso, o neto tornou-se um cidadão influente e respeitado, tendo servido na Câmara como vereador e sido líder incontestado dos bairros da Areia Branca e Onças.

O capitão Salvador de Godoy Moreira e Mecia da Silveira Franco, segundo Silva Leme, tiveram uma filha, Inácia Esméria, mas descobrimos outra:

2.1 – Inácia Esmeria de Camargo, casada em 1833 no Amparo com Francisco Antônio de Camargo, seu tio, filho do capitão José Ortiz de Camargo e de Gertrudes Maria de Godoy (SL, 1:363 e 2:284). Pais de:

2.1.1. – José Antônio de Camargo Moreira, batizado no Amparo em 1840, filho de Francisco Antônio de Camargo e de Inácia Esméria de Camargo, ambos falecidos, casou no Amparo em 1856 com Francisca Lourença da Silveira, filha de José Lourenço Gomes, português, e de Ana Francisca da Silveira, filha do patriarca Francisco da Silveira Franco. José Antônio era dono de uma parte de terras no bairro da Cruz Coberta e de outra no bairro da Ponte, que herdara de sua avó Mécia  (CA-3:61 –  RPT, 199 – Silva Leme, 1:363). Também era conheciedo por José de Camargo Moreira Neto, e teve os filhos:

2.1.1.1 – Ana Brasilina da Silveira Policarpo, também chamada de Ana Lourença da Silveira, viúva de Teodoro Ferreira da Silva Policarpo (era a célebre Nhá Anica Policarpo, a maior apreciadora de festas do Amparo no principio do século XX). Teodoro era natural de São João Batista da Barra, filho de outro Teodoro Ferreira da Silva Policarpo e de Maria Teresa da Silva (CA-7:24/24v). Ana e Teodoro foram pais de:

2.1.1.1.1 – Joaquina Policarpo Muniz, casada com Deoclécio Muniz, com geração.

2.1.1.1.2. – Átila Ferreira Policarpo, casado com Iria dos Santos, professora em Amparo, pais de;

2.1.1.1.2.1 – Moacir Ferreira Policarpo, aviador militar no Rio de Janeiro, casado.

2.1.1.1.3. – Atabaliba Ferreira Policarpo

2.1.1.1.4. – Noelina, falecida

2.1.1.1.5. – Virgínio

2.1.1.1.6. – Noelina, falecida

2.1.1.1.7  – Alzira, falecida

2.1.1.2 – Teófilo de Camargo Moreira Neto, casado com Antônia Alves da Silveira, filha de José Custódio Alves e de Antônia da Silveira Alves; Teófilo de Camargo Moreira era inspetor da estrada do  bairro das Onças em 1889 (Atas, 6:312/313); foram pais de:

2.1.1.2.1 – Benta, falecida solteira;

2.1.1.2.2 – João, idem

2.1.1.2.3 – Ana, idem

2.1.1.2.4 – Antônio, idem

2.1.1.2.5 – Lupércio, idem

2.1.1.2.6 – Joaquim (será o Quim Neto?)

2.1.1.2.7 – Sebastiana de Camargo Moreira Neto, que casou com João Delfino de Brito, de Morungaba. Teve, pelo menos:

2.1.1.2.7.1 – Teófilo Delfino de Brito, pai de:

2.1.1.2.7.1.1 – Marlilande de Brito Catanese, casada com Flávio Catanese, pais de:

2.1.1.2.7.1.1.1 – Rogério Catanese, presidente da Câmara Municipal de Amparo em 2011/2012.

2.1.1.2.7.1.1.2 – Flávio.

2.1.1.2.7.1.2 – N… casada com o Dr. Ismário Bernardi.

2.1.1.2.7.2 – N… casada com F… Natariani, pais de:

2.1.1.1.2.2.1 – Edson Natariani;

2.1.1.1.2.2.2 – Wilson Natariani:

2.1.1.2.8 – José

2.1.1.2.9 – Patrício

2.1.1.2.10 – Pedro Camargo Moreira Neto, prestigioso chefe político em Morungaba na primeira metade do século XX, casado, com geração.

2.1.1.2.11 – Conceição, casada com um médico natural da Bahia.

2.1.1.3 – Amélia da Silveira, casada com Antônio Alves Garrido; pais de:

2.1.1.3.1 – Antônio, casado em Pinhal;

2.1.1.3.2 – Oscar, casado em Amparo;

2.1.1.3.3 – Maria, solteira

2.1.1.3.4 – Zulmira, casada duas vezes;

2.1.1.3.5 – Aristides, casado no Amparo;

2.1.1.3.6 – Adalberto, casado no Amparo;

2.1.1.3.7 – Guiomar, casada com Ataíde de Andrade, com geração.

2.1.1.3.8 – Rita, casada com Bernardino José da Costa Caldeira; pais de:

2.1.1.3.8.1 – Vera, estava casada em 1947 com o prefeito de Avaré.

2.1.1.3.9 – Palmira (e mais 5 falecidos na infância)

2.1.1.4 – Lídia Vitalina da Silveira, casada no Amparo em 1880 com José Maria Alves Garrido, português, filho de José Alves Garrido e de Rita Carvalho de Jesus (CA-8:29); Lídia faleceu em Piracicaba; pais de:

2.1.1.4.1 – Major Luso Alves Garrido, falecido no Rio de Janeiro em 1946, casado com Rita de Cássia Fróes, natural de Porto Alegre, pais de:

  1. a) Capitão Clibes Fróes Garrido, casado com Catarina Garrido;
  2. b) Nilde, casada e falecida em Porto Alegre;

2.1.1.4.2 – Lucilo Alves Garrido, solteiro

2.1.1.4.3 – Lúcia, casada com Fausto Lex, professor, filho do Dr. Mathias Lex e de Belisária Pinto Lex; foram pais de:

2.1.1.4.3.1 – Dr. Ari Lex, médico em São Paulo, vereador na capital em 1955, falecido em 2001 aos 85 anos, casado com Acácia Munhoz Lex; pais de:

  1. a) Sérgio;
  2. b) Lineu;
  3. c) Roberto;

2.1.1.4.3.2 – Áurea Lex Engel, professora, casada com Haroldo Engel, filho de Samuel Engel e de Amália Engel; Áurea faleceu em Alfenas, onde era diretora de um Colégio Estadual, em 1975; deixou os filhos:

  1. a) Celso;
  2. b) Walter;
  3. c) Vera;
  4. d) Regina;

2.1.1.4.4 – Ibero Alves Garrido, casado com Tuta Nogueira, com 3 filhos em Rio Preto;

2.1.1.4.5 – Ondina, casada com o jornalista Onig Sana Khan, moradores no Rio de Janeiro.

2.1.1.4.6 – Maria Aparecida, casada com o Dr. Acácio Leite do Canto Júnior (e mais 7 falecidos na infância)

2.1.1.5 – Francisco de Campos Neto, também conhecido por Francisco de Camargo Moreira Neto, casado em 1886 no Amparo com Amália Domingues de Oliveira, também conhecida por Amália Carolina de Magalhães, filha de Joaquim Domingues de Oliveira e de Carolina Leopoldina de Magalhães (CA-11:44v); pais de:

2.1.1.5.1 – Leonina

2.1.1.5.2 – Alzira

2.1.1.6 – João Camargo Moreira, casado com Olímpia Pereira, pais de:

2.1.1.6.1 – Gracinda

2.1.1.6.2 – Otilia

2.1.1.6.3 – Virgília (e mais um falecido)

2.1.1.6.4 – Alice

2.1.1.6.5 – Joaquim (deve ser o Quim Neto)

2.1.1.7 – Porfírio de Camargo Moreira, casado com Ermelinda Rodrigues, filha José Rodrigues dos Santos Pinto e Maria Franco do Rosário. Porfírio e Ermelinda foram pais de:

2.1.1.7.1 – Sebastião;

2.1.1.7.2 – Maria;

2.1.1.7.3 – Elvira;

2.1.1.7.4 – Noêmia, casada em Poços de Caldas.

2.1.1.8 – Januária da Silveira, casado com Manuel Luís Calvin, em primeiras núpcias  e com Manuel dos Santos Fonseca em segundas. Teve do primeiro:

2.1.1.8.1 – Sebastiana;

2.1.1.8.2 – Manuel;

Do segundo:

2.1.1.8.3 – Conceição;

2.1.1.9 – Maria Augusta da Silveira, casada com Alberto dos Santos Corrêa, português, pais de :

2.1.1.9.1 – Egas Moniz

2.1.1.9.2 – Afonso Henriques, casado e desquitado de Carmen Vasconcelos, morador nos Estados Unidos.

2.1.1.9.3 – Pedro Álvares Cabral

2.1.1.10 – Clotilde Augusta da Silveira, casada com Antônio Bueno Filho; pais de:

2.1.1.10.1 – Raul;

2.1.1.10.2 – Tarsila;

2.1.1.10.3 – Alcebíades;

2.1.1.10.4 – José;

2.1.1.11 – Izaura Augusta da Silveira, casada com Napoleão Poeta de Cerqueira. Sem geração.

2.1.1.12 – Benedito, falecido solteiro

 

2.2 – Maria Inácia de Camargo, casada em Amparo com José Soares da Rocha, natural de Atibaia, morador de Campo Largo, filho de Manuel Joaquim de Godoy e Ana Joaquina das Neves. Já era falecida em 1838, sem geração, quando seus pais renunciaram à sua herança em favor do viúvo. Foi omitida por
Silva Leme. (CA-1:33 – 1º tab., livro 1:1)

 

TRONCO  III

 

III – Francisco Antônio de Camargo, também filho do capitão José Ortiz de Camargo e de Gertrudes Maria de Godoy, casado no Amparo com sua sobrinha Inácia Esméria de Camargo, filha de seu irmão Salvador de Godoy Moreira e de Mécia da Silveira

Franco (Silva Leme se equivoca ao mencionar Inácia Esméria como prima de seu marido).

 

TRONCO IV

 

IV – Antônio de Godoy Moreira, casado com Clara de Sousa Sardinha, cujos nomes não nos foi possível identificar na Genealogia Paulistana de Silva Leme, mas que certamente são aparentados com os troncos anteriores, foi casal que deixou descendência em Amparo, largamente mencionada nos livros da Cúria Diocesana e na documentação administrativa ainda remanescente em nossos arquivos (RPT, 204). Este Antônio pode ser o que foi elemento destacado na política local nos primeiros anos da Capela Curada, ligado ao capitão Salvador de Godoy Moreira. Era natural de Bragança e faleceu no Amparo em 1843, aos 60 anos de idade. Sua mulher, Clara de Sousa Sardinha, muito provavelmente é a mencionada por Silva Leme, 7:210, batizada em Atibaia em 1783, filha de Inácio de Sousa de Moraes e de Ângela Vieira Sardinha. Em 1856 ela declarou ao Registro Paroquial ser dona de terras no bairro do Falcão, nas margens do rio Camanducaia.

Antônio de Godoy Moreira e Clara de Sousa Sardinha deixaram os filhos, q.d.: –

1 – Antônio de Godoy Moreira, solteiro e morador em Serra Negra em 1829;

2 – (Gertrudes? Ou Rosa Maria da Conceição?), casada com Antônio Pinto de Oliveira; foram donos de um sítio de oitenta alqueires no bairro do Falcão, havido por herança de seu pai e sogro Antônio de Godoy Moreira. Antônio Pinto de Oliveira foi pai de:

2.1 – José Florêncio de Oliveira Pinto. (RPT, 140)

3 – Maria de Sousa Sardinha, casada com Cândido de Godoy Bueno; pais de

3.1 – Maria; batizada em 1830

3.2 – Francisco de Godoy Moreira; batizado em 1832, casou em 1856 com sua parente em 2.0 grau de consanguinidade Escolástica Luísa de Jesus, filha de Antônio Pinto de Oliveira e Rosa Maria da Conceição;

3.3 – Ana Rosa de Jesus, casada em 1856 com seu parente em 2.0 grau de consanguinidade Inácio Pinto de Oliveira, filho de Antônio Pinto de Oliveira e de Rosa Maria da Conceição;

4 – Francisca de Sousa, casada com Laureano de Godoy Bueno; pais de

4.1 – Francisco, batizado em 1832;

4.2 – João, falecido em 1852;

4.3 – Madalena Maria de Jesus, casada em 1858 com Francisco de Oliveira Pinto, filho de Antônio Pinto de Oliveira e Rosa Maria da Conceição;

4.4 – Antônio de Godoy Moreira, viúvo de Gertrudes Maria de Oliveira, filho de Laureano de Godoy Bueno e de Francisca Maria da Conceição, casou no Amparo em 1872 com Amélia Franco de Menezes, filha de João Franco de Menezes e de Maria Rosa. (CA-6:54/54v)

5 – Francisco de Godoy Moreira

6 – Joaquim de Godoy Moreira, casado em 1856 com Gertrudes Leopoldina de Sousa,  filha de José Gonçalves da Cunha e de Anacleta Maria de Jesus.

Na dúvida, devemos incluir também os mencionados numa escritura de divisão amigável, datada de 28/5/1889 (1ºof.85: 58v):

7 – Francisca de Godoy Moreira, casada com Inácio Bento de Oliveira;

8 – José de Godoy Moreira;

9 – Ana de Sousa;

10 – Manuel de Godoy Moreira.

 

TRONCO  V

 

I –  É o mesmo Tronco I de PINTO.  Teotônio José Pinto, filho de Miguel Vaz Pinto e Escolástica Franco, gente de Bragança e Atibaia, foi casado com Rita Moreira de Godoy (SL,4?:443 e 448), e teve desta os filhos, quase todos bragantinos:

1 – José Afonso, casado em 1835 no Amparo com Ana Padilha, filha de Feliciano Pedroso de Moraes e Maria Joaquina, também bragantinos;

2 – Candido de Godoy Moreira, casado em 1847 no Amparo com Delfina Maria, natural de Atibaia, filha de João Pires Cardoso e Maria Joaquina;

3 – Umbelina Maria, casada em 1833 no Amparo com Manuel Vaz Pinto, viúvo de Florinda Maria (veja o título VAZ PINTO);

4 – Maria (talvez seja a Maria Francisca, casada em 1850 no Amparo com José Martiniano Pereira, apesar dos nomes dos pais estarem estropiados);

5 – Balbino;

6 – Angélica, batizada em 1834 no Amparo.

7 – Ana, batizada em 1837 no Amparo.

8 – Fidélis Moreira de Godoy, também chamado de Fidélis de Godoy Moreira, natural de Bragança, filho de Theotônio José Pinto e Rita de Godoy Moreira, foi casado no Amparo em 1840 com Floriana Santana das Dores, amparense, filha de João Batista de Oliveira e de Francisca de Siqueira (CA-2:45 – veja RODRIGUES DE MORAES, Tronco I, 2.8).  Tïveram os filhos:

8.1 – Ana Salomé de Jesus, que casou aqui em 1868 com José Gonçalves de Godoy, viúvo de Maurícia Maria de Jesus, sepultada em Amparo  (CA-5:138).

8.2 – Joaquim, filho de Fidélis de Godoy Moreira, faleceu em 1841 (ADF, 4).

8.3 – Alexandrina, batizada em 1851, sendo padrinhos Joaquim Franco de Godoy e Clara Maria de Jesus (BA-5:69)

8.4 – Maria Francisca das Dores, casada no Amparo em 1880 com José Antônio de Oliveira, viúvo de Marcelina Bueno de Godoy (CA-8:19v)

8.5 – José, batizado em 1843, sendo padrinhos Francisco de Sousa de Moraes e sua mãe Francisca de Siqueira (BA-4:32v)

8.6 – João, batizado em 1853 (BA-5:129v)

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