O presente estudo é apenas parte da tarefa inicial e preparatória para a organização de uma Genealogia Amparense. Tratou-se de coletar os nomes de famílias existentes nos livros de assentamento de casamentos, óbitos e batizados da Cúria Diocesana de Amparo, no Registro Paroquial de Terras, nas anotações do Arquivo do Dr. Áureo de Almeida Camargo e em alguns outros códices existentes no Museu Bernardino de Campos, registrando separadamente os dados de parentesco para cada uma delas.

A ideia geral é de que esta preparação só estará completa quando todos os livros e documentos da Cúria, do Museu, da Câmara Municipal e do Departamento de Pesquisa e Extensão da Faculdade Plínio do Amaral estiverem por ela abrangidos. Não há, pois, nenhuma intenção, por ora, de publicar estas notas.

Para fins experimentais, foram organizados esboços títulos genealógicos, de modo a verificar o que seria possível alcançar com os dados já coletados. Dizemos “experimentais”, porque para se chegar a ter uma “Genealogia Amparense” restam pelo menos três etapas:

1- completar o levantamento, como já dissemos acima;

2 – organizar todos os dados em “títulos” e “capítulos” para cada família;

3 – procurar estabelecer, sempre que possível, ligação entre os nomes encontrados e os que constam da Genealogia Paulistana, de Luís Gonzaga da Silva Leme. Como se vê, falta muito… Faltam anos de trabalho…

Entretanto, por razões de segurança, é preciso duplicar o que já foi levantado, afim de que não se perca acidentalmente o serviço feito até agora. Além disso, a duplicação xerográfica permitirá que outros interessados tenham acesso ao trabalho, poupando-lhes tempo e esforço. Dado o volume de informações que se alcançou ao longo de 20 anos, centenas de páginas com a história do Amparo e nomes de famílias amparenses.

Por enquanto, nem mesmo uma revisão ortográfica é cabível, ressaltando que a intenção é a inclusão deste vasto conteúdo esteja disponível o quanto antes para o maior público possível. Numa segunda etapa, quando o levantamento estiver completado, então se providenciará um melhor acabamento para o texto.

 

Amparo, 4 de Abril de 1998.

Amparo, 24 de agosto de 2003 (2.a versão)

 

PS – Já não há esperança de se elaborar uma Genealogia Amparense; seria um trabalho para décadas… e não chegamos sequer a um começo razoável. Enfim, o que está feito é útil a eternizar pessoas e histórias de Amparo. Acrescentamos dados de uma demorada pesquisa nos jornais “O Estado de São Paulo” e “Correio Paulistano”, além de dezenas de outros periódicos integrantes da Hemeroteca Digital, da Biblioteca Nacional.

 

Amparo, 16 de setembro de 2015.

Atualizações Semanais – 2018

José Eduardo Pimentel de Godoy.